segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Frases soltas.
Encontro sempre no luar um sorriso novo, apenas ainda não encontrei o teu, aquele que me vai aprisionar :)
domingo, 13 de setembro de 2009
Coimbra
Nasci, cresci e sempre vivi em Coimbra. Por ter 33 anos tenho a perfeita noção do passar dos últimos 20 pela cidade. Recordo-me da velhinha piscina Municipal, da tristeza que era aquela praça dos Heróis do Ultramar, o Gira ou o Avenida com salas de cinema que somadas contavam-se apenas com uma mão. Recordo a falta de um espaço para jogar basket com os amigos sem ter que saltar os muros de uma das escolas, as queixas que a minha prima fazia por não ter parque infantil onde levar os filhotes, ou das péssimas condições do Pediátrico.
Recordo a falta de espaços verdes, as obras em que se lançavam 1ªs pedras mas não avançavam, pontes que se construíam mas não se uniam, os Teatros que não tínhamos, os amigos que partiam em busca de trabalho sem que o futuro perspectivasse um rumo diferente. Recordo uma cidade parada e sem rumo, onde dezenas de milhar de pessoas ainda tinham que retirar água de um poço e onde havia fossas a escorrer para as ruas.
Por vezes é difícil ver o que temos mesmo à nossa frente e esquecermos o passado, é bom que nos lembremos todos disto, daquilo que se passava em Coimbra em 2001 e no quanto avançámos rumo a um futuro melhor...
Recordo a falta de espaços verdes, as obras em que se lançavam 1ªs pedras mas não avançavam, pontes que se construíam mas não se uniam, os Teatros que não tínhamos, os amigos que partiam em busca de trabalho sem que o futuro perspectivasse um rumo diferente. Recordo uma cidade parada e sem rumo, onde dezenas de milhar de pessoas ainda tinham que retirar água de um poço e onde havia fossas a escorrer para as ruas.
Por vezes é difícil ver o que temos mesmo à nossa frente e esquecermos o passado, é bom que nos lembremos todos disto, daquilo que se passava em Coimbra em 2001 e no quanto avançámos rumo a um futuro melhor...
Frases soltas :)
Sou leve como uma gota de chuva, pesado como uma pedra de granizo e tu és o ar que me transforma, em inferno ou paraíso.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A um Deus conhecido...
Ouço as vozes famintas de quem não teve mesma sorte que eu e sabe o que é a fome, mas a verdadeira, não aquela que nos sai da boca quando dizemos; "tenho fome". Penso, para mim, que devias fazer algo. Não compreendo como permites que a ganância de uns seja a miséria de muitos mais, que crianças morram à fome enquanto os países exportadores de cereais os deitam fora para aumentar o seu preço. Não entendo estes teus filhos...
domingo, 6 de setembro de 2009
A espera.
Escrevo-te hoje, entre passagens da vida, na esperança que entendas a minha mensagem, que ouças a minha voz e atendas ao meu amor.
Sou um copo meio vazio à espera que o voltem a encher. Queria ter-te nos meus braços, sussurrar-te "amo-te", beijar os teus lábios, cheirar o teu cabelo até saber que nunca mais me ia esquecer dele, desse perfume que me inibria.
Sei que passas e não sabes que existo, regressas a casa, jantas só e nunca pensas em mim. Sei que sou pouco mais que um vislumbre corriqueiro, a imagem esbatida de um sonho que um dia tiveste mas não entendeste.
Talvez seja a minha sina esperar por ti, a paga por algo que fiz. Não tenho medo da solidão, mas incomoda-me a espera, cada segundo em que não te encontro é mais um em que não te tenho nos meus braços. Vou-te esperar com a calma de um velho que vê a morte chegar satisfeito com o tempo que viveu. Vou-te aguardar no silêncio da minha paz, na rotina, na suave passagem dos dias.
Quero-te tanto...
Sou um copo meio vazio à espera que o voltem a encher. Queria ter-te nos meus braços, sussurrar-te "amo-te", beijar os teus lábios, cheirar o teu cabelo até saber que nunca mais me ia esquecer dele, desse perfume que me inibria.
Sei que passas e não sabes que existo, regressas a casa, jantas só e nunca pensas em mim. Sei que sou pouco mais que um vislumbre corriqueiro, a imagem esbatida de um sonho que um dia tiveste mas não entendeste.
Talvez seja a minha sina esperar por ti, a paga por algo que fiz. Não tenho medo da solidão, mas incomoda-me a espera, cada segundo em que não te encontro é mais um em que não te tenho nos meus braços. Vou-te esperar com a calma de um velho que vê a morte chegar satisfeito com o tempo que viveu. Vou-te aguardar no silêncio da minha paz, na rotina, na suave passagem dos dias.
Quero-te tanto...
sábado, 5 de setembro de 2009
Haja moralidade!
Somos um pedaço de nada, reflectido na escuridão dos nossos dias, à espera de algo...
Um dia um amigo contou-me a história de um gaiato que todos os dias lhe pedia de comer, um dia convenceu-o a apresentar-lhe os pais. Descobriu que viviam das esmolas do dia a dia, era melhor do que o simples acto de trabalhar. Actualmente vivem do rendimento mínimo. Assim vai o meu Portugal...
Um dia um amigo contou-me a história de um gaiato que todos os dias lhe pedia de comer, um dia convenceu-o a apresentar-lhe os pais. Descobriu que viviam das esmolas do dia a dia, era melhor do que o simples acto de trabalhar. Actualmente vivem do rendimento mínimo. Assim vai o meu Portugal...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Um sorriso...
Penso que quase nunca me arrependo do que fiz, raramente do que digo e quase nunca do que penso vir a fazer. Ainda bem que não te amei :)
Apetece-me amar, tocar o céu, sentir a lua e ser de alguém. Apetecia-me ser teu. Não sei porquê, mas apaixonei-me. Pena a vida não ser assim tão simples, e quase sempre os sonhos serem apenas isso, sonhos.
Vou apaixonar-me novamente, só não sei quando ;)
Apetece-me amar, tocar o céu, sentir a lua e ser de alguém. Apetecia-me ser teu. Não sei porquê, mas apaixonei-me. Pena a vida não ser assim tão simples, e quase sempre os sonhos serem apenas isso, sonhos.
Vou apaixonar-me novamente, só não sei quando ;)
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Um luar...
Ontem esteve um luar que só voltaremos a ver daqui a 250 anos e eu não o consegui vislumbrar. Faz-me pensar nas coisas que deixamos por fazer e que não teremos nova oportunidade de realizar...
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O Tempo...
Tentas, em desespero, sonhar de novo. Revoltas-te contra o relógio que mostra o tempo a passar, como se fosse sua a culpa, como se o tempo parasse se ele não andasse mais.
És o espelho dos dias, fresco ao acordar, enérgico no seu andar e calmo, cansado ao deitar. Não entendo o que queres mudar! A serenata é sempre a mesma, a vida é mesmo assim.
Eu adoro o andar do mundo, tenho apenas pena de não o ir usufruir na sua plenitude, um dia de cada vez é a história como Deus a fez, nada a lamentar.
Hoje sonhei com ela, foi bom recordar o teu sorriso...
És o espelho dos dias, fresco ao acordar, enérgico no seu andar e calmo, cansado ao deitar. Não entendo o que queres mudar! A serenata é sempre a mesma, a vida é mesmo assim.
Eu adoro o andar do mundo, tenho apenas pena de não o ir usufruir na sua plenitude, um dia de cada vez é a história como Deus a fez, nada a lamentar.
Hoje sonhei com ela, foi bom recordar o teu sorriso...
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Para o meu afilhado Gil.
Quem disse que sou do mundo
esqueceu-se de perguntar
se o mundo de que sou
é razão para me orgulhar
vivo na roda que gira
em torno do nosso olhar
sou a roda da vida
apenas por aqui estar
roda a roda
vive o dia
deixa a moda
e a melodia
que tudo roda, tudo gira
menos a roda que é a vida
e tem tempo para rodar.
esqueceu-se de perguntar
se o mundo de que sou
é razão para me orgulhar
vivo na roda que gira
em torno do nosso olhar
sou a roda da vida
apenas por aqui estar
roda a roda
vive o dia
deixa a moda
e a melodia
que tudo roda, tudo gira
menos a roda que é a vida
e tem tempo para rodar.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Compadre Zé Agostinho.
O compadre Zé Agostinho era um Homem com h grande, daqueles que já não se "fabricam" mais. Lembro-me dele desde cachopo, desde que pela mão do meu pai lhe visitávamos a oficina, a sua latoaria porque era essa a sua profissão, latoeiro como tantos outros "ratos". Lembrei-me dele ao ver a notícia da possível Inconstitucionalidade da ASAE, lembrei-me dos galheteiros que ele fabricava e que utilizávamos para regar o bacalhau e as batatas a murro que o acompanhavam, já nada disso existe, triste País...
O compadre contava histórias como mais nenhum outro, ensinava-nos a empatar um anzol, maravilhava-nos com a sua jovialidade, morreu quando era o homem mais velho de Avô, uma reserva moral, o último dos regedores que a vila teve.
Dele recordo para a vida a célebre frase; "Ahhhh rapazes a carne estava boa, mas o molho..." feita à vinda de uma comezaina com meu pai e meus tios em casa de um amigo, era feita uma vez por ano mas dessa vez correu mal, fugiu a mão na hora de temperar as peças de caça e o picante era de mais. Valeu o bom vinho, contava o meu pai.
O compadre contava histórias como mais nenhum outro, ensinava-nos a empatar um anzol, maravilhava-nos com a sua jovialidade, morreu quando era o homem mais velho de Avô, uma reserva moral, o último dos regedores que a vila teve.
Dele recordo para a vida a célebre frase; "Ahhhh rapazes a carne estava boa, mas o molho..." feita à vinda de uma comezaina com meu pai e meus tios em casa de um amigo, era feita uma vez por ano mas dessa vez correu mal, fugiu a mão na hora de temperar as peças de caça e o picante era de mais. Valeu o bom vinho, contava o meu pai.
...
Deixa-te levar, sussurra-me o vento.
Deixa que o tempo te alcance,
que o mar leve o lamento
e o riso dela te abrace.
E se não encontrares seu braços,
envolve-te no cheiro dela
retalha-a em mil pedaços
e guarda-a, feito sentinela.
Deixa que o tempo te alcance,
que o mar leve o lamento
e o riso dela te abrace.
E se não encontrares seu braços,
envolve-te no cheiro dela
retalha-a em mil pedaços
e guarda-a, feito sentinela.
Desabafo.
Adoro esta música, tem tudo a ver com o que me passa pela cabeça nestes dias :)
Já sei que o blogue está lamechas, é favor pararem de enviar sms , o espaço é meu, a lamechice é minha e como quem manda é o J quero bem saber ;)
Tudo na vida tem o seu tempo o seu momento ou lugar, estava na altura de me sentir assim novamente, normalmente significa que vou virar mais uma página.
Apaixonei-me demasiadas poucas vezes na minha vida e se há algo de que me arrependo é disso mesmo. Adoro sentir a intensidade das emoções que pululam na minha pele, aquela dorzinha gigante que se abate sob o coração quando penso em ti, o sono leve de quem precisa de abraçar algo para conseguir adormecer.
Não faço da paixão um jogo, sei o que quero, porque quero e até onde vou para conseguir a reciprocidade necessária. Sou muito meu até um dado momento e todo teu se me conseguires arrebatar, tenho esse defeito. Não sei amar ás prestações e chateio-me com quem acha que consegue.
Prometo não escrever muito mais sobre o assunto, talvez me debruce mais sobre a nossa sociedade e as suas contradições, ou talvez não... :)
Já sei que o blogue está lamechas, é favor pararem de enviar sms , o espaço é meu, a lamechice é minha e como quem manda é o J quero bem saber ;)
Tudo na vida tem o seu tempo o seu momento ou lugar, estava na altura de me sentir assim novamente, normalmente significa que vou virar mais uma página.
Apaixonei-me demasiadas poucas vezes na minha vida e se há algo de que me arrependo é disso mesmo. Adoro sentir a intensidade das emoções que pululam na minha pele, aquela dorzinha gigante que se abate sob o coração quando penso em ti, o sono leve de quem precisa de abraçar algo para conseguir adormecer.
Não faço da paixão um jogo, sei o que quero, porque quero e até onde vou para conseguir a reciprocidade necessária. Sou muito meu até um dado momento e todo teu se me conseguires arrebatar, tenho esse defeito. Não sei amar ás prestações e chateio-me com quem acha que consegue.
Prometo não escrever muito mais sobre o assunto, talvez me debruce mais sobre a nossa sociedade e as suas contradições, ou talvez não... :)
Tempo
Não tenho tido tempo.
Utilizamos vezes de mais esta expressão e as suas variáveis, vezes de mais...
Não seria mais fácil pura e simplesmente arranjarmos tempo? Que raio.
Utilizamos vezes de mais esta expressão e as suas variáveis, vezes de mais...
Não seria mais fácil pura e simplesmente arranjarmos tempo? Que raio.
sábado, 4 de julho de 2009
Saudade.
Um dia de cada vez, um sussurro, um beijo, um carinho discreto, aquele gesto de paixão contida...
Sei que te vou perder, talvez o saiba desde sempre, desde o momento em que descobri o porquê desta dor no peito quando penso em ti. Não faz mal, serás feliz e isso é tudo.
Afinal somos mais dois seres ao sabor do vento, tentando não tombar com a sua força, segurando a sua fúria, alimentando-nos da sua ternura, da leveza do seu toque suave quando se transforma na nossa melhor companhia.
O teu sorriso será o meu farol e um dia estarás a passear na Plaza Mayor, a pensar na vida, a necessitar de um abraço, um beijo, um carinho e eu estarei lá, ao teu lado para te segurar nos meus braços e te aquecer com o calor das minhas lágrimas. Talvez a vida nos separe, só eu sei o quanto me assusta saber que vou estar tanto tempo sem te ver, mas acredito que se tiver que ser será. Até lá...deixa-te estar!
Sei que te vou perder, talvez o saiba desde sempre, desde o momento em que descobri o porquê desta dor no peito quando penso em ti. Não faz mal, serás feliz e isso é tudo.
Afinal somos mais dois seres ao sabor do vento, tentando não tombar com a sua força, segurando a sua fúria, alimentando-nos da sua ternura, da leveza do seu toque suave quando se transforma na nossa melhor companhia.
O teu sorriso será o meu farol e um dia estarás a passear na Plaza Mayor, a pensar na vida, a necessitar de um abraço, um beijo, um carinho e eu estarei lá, ao teu lado para te segurar nos meus braços e te aquecer com o calor das minhas lágrimas. Talvez a vida nos separe, só eu sei o quanto me assusta saber que vou estar tanto tempo sem te ver, mas acredito que se tiver que ser será. Até lá...deixa-te estar!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Um dia de praia...
Deixa-te estar,
aí longe e perto
deitada junto ao mar.
Deixa-te estar,
como a raposa do deserto
invisível a outro olhar.
Tens todos os meu sonhos
aprisionados no teu riso,
à espera dos teus olhos,
do teu brilhar indiviso.
Deixa-te estar se quiseres,
eu espero o teu despertar
e estejas onde estiveres,
esse será o meu lugar.
aí longe e perto
deitada junto ao mar.
Deixa-te estar,
como a raposa do deserto
invisível a outro olhar.
Tens todos os meu sonhos
aprisionados no teu riso,
à espera dos teus olhos,
do teu brilhar indiviso.
Deixa-te estar se quiseres,
eu espero o teu despertar
e estejas onde estiveres,
esse será o meu lugar.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Paraiso.
Chegado ao paraiso, ou antes, de regresso ao paraiso tive uma ma noticia, vamos ter chuva muita chuva. Mas nem esse contratempo deixa que a beleza desta terra seja diminuida. Quando tiver tempo falarei mais um pouco da viagem (um Airbus 330 que teve que fazer uma aterragem de emergencia ainda ha uns dias...) mas para ja vou jantar, assistir a um espectaculo e dormir, que amanha as 7h15m parto para a descoberta de uma das novas 7 maravilhas do mundo.
P.S- Ja repararam que por estas bandas teclados com assentos sao coisa que nao existe...
P.S- Ja repararam que por estas bandas teclados com assentos sao coisa que nao existe...
sábado, 13 de junho de 2009
...
Hoje era para não escrever nada, mas como vou estar uma semana de papo para o ar na Riviera Maya, achei que devia produzir algo, por menor e irrelevante que seja, para o meu búzio.
Está a dar na tv um filme sobre as alterações climáticas do planeta, um dos muitos com a vantagem de este ser bom, eu pelo menos gostei quando o vi, agora optei pela série ossos, adoro a tensão sexual que aqueles dois trazem para a tela.
Mas voltando ao tema do filme, o que raio andamos nós a fazer? Esgotamos os recursos naturais a um ritmo cada vez mais elevado, há muito que a natureza se atrasou na renovação, até nisso temos que ser os "maiores", temos que ganhar a tudo e todos, o último desafio era vencer a natureza, mesmo que o resultado seja a nossa destruição. Quanto orgulho!
Parar para pensar um segundo, um segundo rapaziada... Custa muito reciclar? Não atirar o lixo para o chão? Ir a pé ao café da esquina, usar os transportes públicos (3 vivas para os SMTUC), usar a água racionalmente?
O meu Pai dizia-me que a próxima grande guerra tinha 3 motivos fortes que a podiam despoletar, a religião e o fanatismo a ela associado, a falta de mulheres na China (não se riam que é verdade) e a água, aquele bem a que tão poucos dão valor mas que nos compõe na maioria e é essencial à nossa vida. Eu cá não saio de Coimbra, aqui está a maior bacia hidrográfica inteiramente Portuguesa, aqui morreremos à sede depois de todos os outros e estas montanhas que nos rodeiam, estas serras ricas são óptimos locais defensivos, só não vale atacar à traição ;)
Está a dar na tv um filme sobre as alterações climáticas do planeta, um dos muitos com a vantagem de este ser bom, eu pelo menos gostei quando o vi, agora optei pela série ossos, adoro a tensão sexual que aqueles dois trazem para a tela.
Mas voltando ao tema do filme, o que raio andamos nós a fazer? Esgotamos os recursos naturais a um ritmo cada vez mais elevado, há muito que a natureza se atrasou na renovação, até nisso temos que ser os "maiores", temos que ganhar a tudo e todos, o último desafio era vencer a natureza, mesmo que o resultado seja a nossa destruição. Quanto orgulho!
Parar para pensar um segundo, um segundo rapaziada... Custa muito reciclar? Não atirar o lixo para o chão? Ir a pé ao café da esquina, usar os transportes públicos (3 vivas para os SMTUC), usar a água racionalmente?
O meu Pai dizia-me que a próxima grande guerra tinha 3 motivos fortes que a podiam despoletar, a religião e o fanatismo a ela associado, a falta de mulheres na China (não se riam que é verdade) e a água, aquele bem a que tão poucos dão valor mas que nos compõe na maioria e é essencial à nossa vida. Eu cá não saio de Coimbra, aqui está a maior bacia hidrográfica inteiramente Portuguesa, aqui morreremos à sede depois de todos os outros e estas montanhas que nos rodeiam, estas serras ricas são óptimos locais defensivos, só não vale atacar à traição ;)
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Está na hora.
Estive a pensar, de vez em quando dá-me para isso, nesta coisa da Democracia e nos novos aristocratas que dela emergem, os tais que centralizam o poder e o dividem entre si e nos outros, naqueles que olham para os grandes e querem ser como eles quando crescerem. Dá-me vontade de rir...
Eu gosto dos bastidores, das facadas, jogadas e trapaças que por lá se fazem, gosto de as adivinhar, de me achar mais inteligente que o resto. Ás vezes acerto e fico espantado, outras falho e já nada me surpreende. Que raio de sociedade a nossa. Invertemos os valores, traímos os amigos e deixamos que os outros, os que nada fazem, subam empoleirados nas nossas costas.
Hoje estive a pensar e disse BASTA!
Eu gosto dos bastidores, das facadas, jogadas e trapaças que por lá se fazem, gosto de as adivinhar, de me achar mais inteligente que o resto. Ás vezes acerto e fico espantado, outras falho e já nada me surpreende. Que raio de sociedade a nossa. Invertemos os valores, traímos os amigos e deixamos que os outros, os que nada fazem, subam empoleirados nas nossas costas.
Hoje estive a pensar e disse BASTA!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Frases.
Pequenas frases que escrevi ou vou escrevendo. Começo com uma particularmente bonita.
Sou leve como uma gota de chuva, pesado como uma pedra de granizo e tu és o ar que me transforma, em inferno ou paraíso.
Sou leve como uma gota de chuva, pesado como uma pedra de granizo e tu és o ar que me transforma, em inferno ou paraíso.
Palavras...
São a nossa maior arma, também a nossa maior perdição. Quantas vezes dizemos algo para em seguida nos arrependermos, quantas vezes magoamos sem entendermos o que fizemos.
Amo as palavras. Os sabores, cheiros ou emoções que nos transmitem, são algo estático com a mobilidade de um meteorito e a sua força devastadora, lindas quando nos fazem olhar o céu, arrasadoras quando caem no sitio errado.
Deparamos-nos com elas desde o acordar ao deitar, sonhamos com elas, temos medo, frio, calor, sentimos paixão graças a elas. Eu uso-as para apagar os meus fogos, daqueles que ardem cá dentro e não se vêem, é a elas que recorro para largar lastro sentimental quando o peso se torna insuportável e o meu peito parece que explode. Nelas encontro a virtude do silêncio na audácia de um grito.
Um dos maiores elogios que fazemos a alguém é dizer-lhe que ficámos sem palavras, já repararam? "Fiquei sem palavras". Tenho medo!
Amo as palavras. Os sabores, cheiros ou emoções que nos transmitem, são algo estático com a mobilidade de um meteorito e a sua força devastadora, lindas quando nos fazem olhar o céu, arrasadoras quando caem no sitio errado.
Deparamos-nos com elas desde o acordar ao deitar, sonhamos com elas, temos medo, frio, calor, sentimos paixão graças a elas. Eu uso-as para apagar os meus fogos, daqueles que ardem cá dentro e não se vêem, é a elas que recorro para largar lastro sentimental quando o peso se torna insuportável e o meu peito parece que explode. Nelas encontro a virtude do silêncio na audácia de um grito.
Um dos maiores elogios que fazemos a alguém é dizer-lhe que ficámos sem palavras, já repararam? "Fiquei sem palavras". Tenho medo!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O teu riso...
Meus lábios ao juntarem-se colam
procuram, em teus olhos, o brilho da vida.
Um riso teu e os homens sonham,
encontrando a sensação perdida.
Pudesse eu abraçar teu corpo
aquecer-me nele no inverno,
acaricia-lo com um leve sopro,
mostrar-lhe o paraíso e o inferno.
Na verdade, nem sei porque te adoro
mas ao olhar-te o sonho acontece.
Tu choras e também eu choro,
tu rezas e eu sou a tua prece.
Como é estranha a natureza.
A mim, fez-me como sou
e a ti deu-te a beleza
da primavera que passou.
Desculpa, desabafei por desabafar,
mas cá dentro dói-me a alma
e teu riso impede-me de chorar.
Assim volta meu espírito à calma
que lhe tirou teu doce olhar.
procuram, em teus olhos, o brilho da vida.
Um riso teu e os homens sonham,
encontrando a sensação perdida.
Pudesse eu abraçar teu corpo
aquecer-me nele no inverno,
acaricia-lo com um leve sopro,
mostrar-lhe o paraíso e o inferno.
Na verdade, nem sei porque te adoro
mas ao olhar-te o sonho acontece.
Tu choras e também eu choro,
tu rezas e eu sou a tua prece.
Como é estranha a natureza.
A mim, fez-me como sou
e a ti deu-te a beleza
da primavera que passou.
Desculpa, desabafei por desabafar,
mas cá dentro dói-me a alma
e teu riso impede-me de chorar.
Assim volta meu espírito à calma
que lhe tirou teu doce olhar.
Divagações
Ás vezes faz bem divagar, entrar naquele mundo onde o riso se encontra a cada passo que se dá, desaparecer no imaginário e reaparecer lavado das mágoas do dia a dia.
Não sei se acordo de tempos a tempos, mas hoje sinto-me mais livre, preparado para uma nova qualquer coisa, como diria a outra, "quero algo" .
Crescemos na proporção dos nossos enganos, das nossas dúvidas e medos, aprendemos, assimilamos e damos um passo de cada vez rumo aquele quê de diferença que ninguém sabe bem o que é, parvoíces...
Tanto paleio para dizer que assim como começa tudo acaba e que hoje me libertei desse peso terrível que era o medo de me apaixonar novamente por quem já me provou não ter o mesmo sentimento. Acho que gosto das lutas impossíveis, daquele gostinho a falhanço que me vem à boca sempre que te olho nos olhos. Fiquei triste, é certo, mas a liberdade tem sempre um preço, nunca é fácil de atingir. Hoje libertei-me e por isso estou feliz!
Não sei se acordo de tempos a tempos, mas hoje sinto-me mais livre, preparado para uma nova qualquer coisa, como diria a outra, "quero algo" .
Crescemos na proporção dos nossos enganos, das nossas dúvidas e medos, aprendemos, assimilamos e damos um passo de cada vez rumo aquele quê de diferença que ninguém sabe bem o que é, parvoíces...
Tanto paleio para dizer que assim como começa tudo acaba e que hoje me libertei desse peso terrível que era o medo de me apaixonar novamente por quem já me provou não ter o mesmo sentimento. Acho que gosto das lutas impossíveis, daquele gostinho a falhanço que me vem à boca sempre que te olho nos olhos. Fiquei triste, é certo, mas a liberdade tem sempre um preço, nunca é fácil de atingir. Hoje libertei-me e por isso estou feliz!
terça-feira, 9 de junho de 2009
O INICIO
Tudo começa da nossa imaginação. Este início é apenas isso mesmo. Um 1º esboço do que aqui quero fazer.
Será, este blogue, o meu retiro, o local secreto onde venho deixar o mais profundo de mim, os sentimentos que doem por estarem cativos, por não ter a coragem de os exteriorizar.
Ficam aqui guardados, num segredo só meu, num mundo onde só eu tenho permissão para entrar, mas onde esperam ser encontrados. Hoje escrevo o começo sem saber quando será o fim, o último capitulo do álbum das minhas emoções.
Será, este blogue, o meu retiro, o local secreto onde venho deixar o mais profundo de mim, os sentimentos que doem por estarem cativos, por não ter a coragem de os exteriorizar.
Ficam aqui guardados, num segredo só meu, num mundo onde só eu tenho permissão para entrar, mas onde esperam ser encontrados. Hoje escrevo o começo sem saber quando será o fim, o último capitulo do álbum das minhas emoções.
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